Referências Visuais

Minhas três primeiras referências vão de encontro à parte mais temática das minhas fotos. Os indícios mais recorrentes... 
Os quais eu tinha pouco percebido até ver o resultado de minha fotografias atuais.
Fotógrafos como Moholy-Nagy e Otto Umbher (Umbo) capturaram minha atenção ao conhecer seus trabalhos em sala. O terceiro é um fotógrafo contemporâneo chamado Steven Paneccasio. 

Por último, a série Manélud, de Breno Rotatori vem como apanhado essencial de referência para meu experimento. Foi uma série da qual eu lembrei ao longo da realização do trabalho e que abrange muito, mas muitíssimo mesmo, profundas questões que esse experimento corrobora. Foi difícil encontrar outro trabalho artístico que envolvesse essas questões diretamente. Não encontrei o que eu gostaria de encontrar... Por isso, na aba Para Aprender Mais consta referências relacionadas à ideia de contraposição analógica x digital, mas que abordam uma tocada mais técnica do que artística-estética. 

Umbo (Otto Umbehr), Alemanha 1902 












László Moholy-Nagy, Hungria 1895














Manélud, série de Breno Rotatori

     Minha terceira referência é a que mais se aproxima da essência do experimento. É um trabalho do fotógrafo Breno Rotatori. Dando à sua avó uma câmera analógica, ele segura a sua digital e juntos, fotografaram um ao outro de pontos de vista opostos, frontal e simultaneamente.  É um ensaio muito rico de reflexões fotográficas. Primeiro ele brinca com a questão de espacialidade e ponto de vista, quando a foto de um revela o universo oculto da foto do outro. Outra questão abordada é o tempo, visto à sensação estética de cada resultado. A tecnologia revelada no contraste entre analógico e digital e o resultado final, que é um díptico divertido com um toque de sensibilidade que a própria ideia já guarda. Aqui segue o link de uma revista online de fotografia na qual, entre as páginas 44 e 55, consta uma matéria sobre essa série. 
















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